Notice: A função _load_textdomain_just_in_time foi chamada incorretamente. O carregamento da tradução para o domínio Newsmag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home/u231461125/domains/flaubi.com/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260
Arquivos Textos curtos - Flaubi.com - Comunicação, marketing, conteúdo etc

Textos curtos

Conversas Sinceras

2

“🎵 Life is very short and there’s no time
For fussing and fighting, my friend.
“

Quando você é sincero, transparente e respeitoso com as pessoas, até as conversas difíceis ficam mais fáceis.

A maioria dos desentendimentos não são por diferenças de ideias, ainda que existam sim muitos casos assim, mas a maior parte disso é por pura falta de conversa.

Isso vale na família, em relacionamentos, no trabalho e entre amigos.

É mais provável você decepcionar alguém com o jogo escondido do que com a sinceridade, mesmo que ela não seja tão boa, mas que seja dita com respeito.

E você vai gastar muito mais energia quando esconde o jogo do que jogar aberto. Você pode se achar esperto quando esconde algo, mas está se destruindo sem saber.

Quem não conversa, não se entende. Quem não abre o jogo, perde sempre. E se achar que está ganhando assim, perde dobrado. Só talvez não tenha percebido ainda.

Sem tempo pra futricas, irmão. A vida é curta demais pra ficar de bode com o outro. Arrisca falar a verdade, vai, é bom demais. Só não vale perder o respeito.

Agora toda empresa é powered by AI – mas isso não é (ou em breve não será mais) diferencial nenhum

0

Escrevi há uns dias e já que viralizou a carta do CEO do Shopify sobre o uso da AI no trabalho, vale refletir também sobre as empresas que estão desenvolvendo produtos e funções baseadas em AI.

Eu acho que temos que começar a pensar em já parar de chamar empresas de “AI-based-something”.

Porque logo AI já vai deixar de ser diferencial.

Ninguém mais fala que um software na nuvem é uma vantagem. Todo mundo já sabe e os melhores softwares já são assim.

A AI vai ser isso aí, estará em todos os melhores softwares, sem falta. As empresas que não usarem para seus produtos simplesmente vão perder mercado e vão morrer.

Só que vai ser mais rápido, muito mais rápido do que a revolução cloud.

Podem (e até acho que devem) aproveitar agora como proposta de valor, mas vai durar pouco.

Hoje todo mundo que aplica AI está na crista da onda. Mas quando a maré baixar, vamos descobrir quais empresas estão peladas e quais tem uma proposta de valor forte e são mais que um hit de verão.

Credibilidade é marketing

2
Photo by 2Photo Pots on Unsplash

Ninguém anda em uma montanha russa se não confiar que ela não vai cair. Da mesma forma, ninguém (ou ao menos ninguém deveria) compra um produto se não confiar que ele vai chegar. Essa é a história do dia.

Estou há um tempo querendo trocar de geladeira e ontem fiz uma busca no Google. Encontrei uma com um preço fantástico com ótimas condições e em um site aparentemente super confiável.

O site da loja tinha SSL, conteúdo, descrições bem feitas dos produtos, políticas de trocas e devolução, frete grátis, várias condições de pagamento, email e telefone de contato, CNPJ visível e vários outros detalhes que em tese reforçam a credibilidade de uma loja virtual.

Tudo muito legal, mas um detalhe importante fez eu desistir da compra e, mas importante ainda, desconfiar deste site: a falta de prova social.

O site não tinha comentários ou avaliações e a loja não tinha nenhum perfil nas redes sociais. Comprar de uma loja virtual que tem zero de relacionamento com os clientes? Nem pensar!

Marketing não é só publicar conteúdo, criar um site legal e oferecer um preço imbatível. É criar conexão, narrar histórias, se relacionar com a comunidade.

Se a empresa não está disposta a se relacionar os consumidores vão desconfiar. Mostre sua cara. Ou você tem vergonha do que oferece?

PS: se você já deixou de comprar algo pelo mesmo motivo conta aí por favor, vamos trocar decepções 🙂

Você faz o que ama ou ama o que faz?

0
você faz o que ama ou ama o que faz
Photo by Priscilla Du Preez on Unsplash

Você faz o que ama ou ama o que faz?

Parece apenas uma inversão de ordem. Um mero jogo de palavras. Mas tem um sutil diferença que carrega uma pesada consequência para nossas vidas.

Fazer o que você ama significa puramente escolher as atividades que te dão prazer e ignorar todo o resto. É um sonho, mas todo tipo de trabalho carrega algumas atividades que podem não ser prazerosas, como questões burocráticas, relatórios ou longas reuniões. Optar por fazer apenas o que você ama limita você nessas atividades que não são tão agradáveis, mas necessárias em uma profissão. Quando você pensa em fazer o que você ama você foca na atividade em si e esquece dos motivos pelos quais você está fazendo o que está fazendo.

Amar o que você faz tem uma pitada diferente. Exige adaptação. Quando a gente ama o nosso trabalho aguentamos mais perrengues. Entendemos que algumas longas reuniões, relatórios e atividades burocráticas são “do jogo” e vemos isso não como uma barreira, mas como um detalhe suportável, um ponto de imperfeição fundamental. Quando você ama o que você faz não importa a tarefa que você precisa executar, pois você foca em um propósito muito maior e não em uma mera atividade.

Eu usei o “você” no texto, mas na real esse é o meu ponto de vista e como eu enxergo a vida. O que você acha?

O quanto você está disposto a desaprender?

0
copo com água derramada
Photo by Dawid Zawiła on Unsplash

O quanto você está disposto a desaprender?

No processo de aprendizagem normalmente focamos no que queremos adicionar ao nosso repertório, mas não podemos esquecer que aprender também é esquecer.

Para você aprender a fazer uma atividade do jeito certo, precisa desaprender a fazer do jeito errado.

Nada adianta você aprender na teoria e na prática não conseguir aplicar.

Se você quer ser um bom palestrante, tão importante quanto desenvolver técnicas de oratória, de narrativa e de presença de palco é desaprender alguns vícios de linguagem e a sua má postura, por exemplo.

Por isso que muitas vezes para aprender a fazer do jeito certo é preciso primeiro reconhecer o erro e depois esquecer como fazer do jeito que você sempre fez.

Isso se chama experiência.

Saber como não fazer é tão importante quanto saber como fazer.

É o ponto de partida para o desenvolvimento.