Textos curtos

Recomeçar

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recomeçar
Photo by Shaz Sedighzadeh on Unsplash

Mesmo que tudo dê errado. Que seu projeto não seja bem sucedido. Que seu emprego não te satisfaça mais. Que seu dia esteja virado de cabeça para baixo. Mesmo que tudo isso aconteça ainda que no mesmo dia, sempre há oportunidade de recomeço.

Crescemos ouvindo que a vida é curta e que toda a falha é um retrocesso, tempo perdido. Caros amigos e amigas, a relatividade do tempo não é segredo pra ninguém. Então escute aqui e repita comigo: a vida é longa e cheia de oportunidades. Você vai mais errar que acertar. Você vai precisar recomeçar algumas vezes.

Tente outra vez e Não pare na pista. São mais que duas canções de Raul Seixas. São lições para levar para a vida.

Escolher

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Photo by Kyle Glenn on Unsplash

Escolher é deixar outras opções para trás. É priorizar.

Isso vale para uma decisão profissional de carreira, para uma estratégia de negócios, para a escolha de um título para seu artigo e coisas do tipo.

E sabe qual é a melhor decisão de todas? É sempre a que você toma.

Por que não existe o “se”.

“Se eu tivesse escolhido outra profissão”.

“Se eu tivesses optado por outra estratégia”.

“Se eu tivesse usado outra palavra no título de um texto”.

Todas essas hipóteses têm algo em comum. Elas não existiram. E se não existiram você não sabe se teriam sido uma melhor decisão.

Flaubi de onde?

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Flaubi de onde?

Me inspirei nos textos da Fernanda Brunsizian e da Juliana Tubino, duas líderes que me ensinaram (e ensinam) não só sobre o trabalho, mas sobre a vida (não sei se elas sabiam disso, mas agora sabem).

Bom, eu fui muitos Flaubis.

Já fui o Flaubi da RD, que passou quase 6 anos produzindo muito conteúdo, apresentando lives e ajudando a educar o mercado de marketing digital no Brasil.

Mas antes disso eu fui o Flaubi do La Parola, meu primeiro portal de conteúdo que me deu toda a bagagem digital para migrar do jornalismo para o marketing.

Eu também fui o Flaubi da Xerpay, da Betterfly, da Kamino e da e-Auditoria.

Cada experiência foi única e moldou o que sou hoje. E tenho orgulho de todos estes sobrenomes adquiridos.

Mas deixa eu pedir licença aqui para ir além do corporativo. Porque eu sou mesmo muitos Flaubis.

Aqui eu falo mais sobre marketing, mas eu sou maluco por música (sou baixista, coleciono vinis e vou a todos os shows que posso), corridas (estou treinando para uma maratona), cachorros (especialmente salsichas e bulldogs, mas também todos os outros), estrada (adoro viajar de carro e curtir o trajeto) e várias outras coisas que não estão em um currículo ou em um crachá.

Escrevendo isso, pensei aqui o óbvio: a melhor forma de conhecer uma pessoa é conhecendo essa pessoa.

É em uma conversa além de uma call. Em um almoço. Em um pedido de ajuda. Em um desabafo.

Hoje eu estou em transição de Flaubis. Estou (re)experimentando a empreender com o Flaubi do The Update.

Voltei a produzir bastante conteúdo, estou prestando consultorias de marketing e estou validando algumas hipóteses para produtos e serviços futuros.

Vai ser o último Flaubi? Espero que não! Mas com certeza vou sentir orgulho dessa fase.

E eu não poderia não pensar em terminar esse texto com uma das minhas frases preferidas de uma das melhores músicas desse mundo. “Eu tenho uma porção de coisas grandes para conquistar e não posso ficar aí parado”.

E você? Já parou para pensar quantos “vocês” existe dentro de você?

Agradeça a quem compartilha experiências

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Os profissionais mais brilhantes não são necessariamente os que mais aparecem ou os que mais compartilham. Palco não é entrega, todo mundo sabe.

Mas eles são brilhantes muito por conta de quem compartilha.

A prática e a experiência tem um peso absurdo no desenvolvimento, mas ninguém sai executando do nada, na loucura. Alguma bagagem sempre existe.

E as pessoas que são referência para você, e que você segue, também estão estudando, lendo, se conectando e absorvendo conhecimento com outras pessoas. Também estão sendo ajudadas.

É claro que ninguém é obrigado a compartilhar. Só agradece aí quem um dia compartilhou algo e te ajudou. Um colega, um amigo, um mentor, um professor.

Mas se puder, compartilhe sim.

Não precisa nem ser em público. Pode ser com seu colega, seu time, sua empresa.

Se expressar faz bem.
Escrever faz bem.
Compartilhar faz bem.
E deixa a pele mais bonita (carece de fontes, mas nenhum estudo prova o contrário).

Aos coveiros do marketing

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O bom de falar que algum canal ou estratégia vai morrer é que ninguém vai te cobrar no futuro que você errou a previsão.

Porque mesmo que você erre, você pode seguir falando “calma, ainda não chegou o momento, mas vai chegar”.

Email, SEO, Blog, Outbound, Funil, OOH, SDRs… todos estão morrendo faz tempo.

Por enquanto ninguém acertou ainda. E nem vão acertar.

Porque podem “morrer” para alguns contextos, mas podem estar vivos para outros.

Quem generaliza demais parece que passa muito tempo no Linkedin e pouco tempo na vida real.

Você nem sempre precisa pregar que algo morreu para inovar. Mas pode usar essa estratégia como fundamento para evoluir em cima dela.

Discorda? Então salva esse post e me cobra no futuro 🔮!