Textos curtos

Conversas Sinceras

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🎵 Life is very short and there’s no time
For fussing and fighting, my friend.

Quando você é sincero, transparente e respeitoso com as pessoas, até as conversas difíceis ficam mais fáceis.

A maioria dos desentendimentos não são por diferenças de ideias, ainda que existam sim muitos casos assim, mas a maior parte disso é por pura falta de conversa.

Isso vale na família, em relacionamentos, no trabalho e entre amigos.

É mais provável você decepcionar alguém com o jogo escondido do que com a sinceridade, mesmo que ela não seja tão boa, mas que seja dita com respeito.

E você vai gastar muito mais energia quando esconde o jogo do que jogar aberto. Você pode se achar esperto quando esconde algo, mas está se destruindo sem saber.

Quem não conversa, não se entende. Quem não abre o jogo, perde sempre. E se achar que está ganhando assim, perde dobrado. Só talvez não tenha percebido ainda.

Sem tempo pra futricas, irmão. A vida é curta demais pra ficar de bode com o outro. Arrisca falar a verdade, vai, é bom demais. Só não vale perder o respeito.

Aos coveiros do marketing

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O bom de falar que algum canal ou estratégia vai morrer é que ninguém vai te cobrar no futuro que você errou a previsão.

Porque mesmo que você erre, você pode seguir falando “calma, ainda não chegou o momento, mas vai chegar”.

Email, SEO, Blog, Outbound, Funil, OOH, SDRs… todos estão morrendo faz tempo.

Por enquanto ninguém acertou ainda. E nem vão acertar.

Porque podem “morrer” para alguns contextos, mas podem estar vivos para outros.

Quem generaliza demais parece que passa muito tempo no Linkedin e pouco tempo na vida real.

Você nem sempre precisa pregar que algo morreu para inovar. Mas pode usar essa estratégia como fundamento para evoluir em cima dela.

Discorda? Então salva esse post e me cobra no futuro 🔮!

A vida não é só sorte, mas a sorte faz parte da vida

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Filosofia de segunda-feira: a vida não é só sorte, mas a sorte faz parte da vida.

Normalmente, gurus da autoajuda ignoram esse fator. Dizem que tudo depende exclusivamente de você.

Rubbish!

A vida real mostra que não é.

Apesar de termos uma responsabilidade imensa em nos tornar quem nos tornamos, o fator “sorte” sempre existiu e sempre vai existir.

Estou lendo o livro “A Psicologia Financeira”, do Morgan Housel. Em um momento do livro, o autor fala sobre sorte e cita que até mesmo Bill Gates já admitiu ter tido sorte de estar no lugar certo, na hora certa e com acesse certo aos computadores, na época.

Bill Gates é um gênio. E ainda assim usou sua sorte pra se tornar quem se tornou.

Acho errado culpar sempre a falta de sorte quando as coisas não dão certo. Mas errado também é não agradecer por ter sorte na vida.

Não é demérito nenhum. Pelo contrário, é mérito total aproveitar quando a sorte bate à porta. E muito mérito também estar preparado ao recebe-la.

E aí, já agradeceu pela própria sorte hoje?

Boa semana!

A vida é negociação

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pessoas bebendo café
Photo by Joshua Ness on Unsplash

Muitas pessoas (incluindo um eu no passado) pensam que estudar negociação é só para a área comercial.

Com o passar do tempo percebi que a negociação está em todas as camadas da vida. Não só profissional, mas pessoal também.

Negociar não é só vender, é também comprar, apresentar um projeto, conseguir uma promoção, recuperar um cliente, definir o próximo local de férias com a família ou qual será o cardápio do happy hour da empresa.

Todo profissional que não sabe negociar está incompleto. Você não precisa ser um expert (se for, melhor), mas ter a consciência de que negociar é essencial. E talvez você saiba negociar bem, só ainda não criou essa consciência.

Porque de alguma forma, para atingir seus objetivos você precisa ter sucesso nas negociações, seja nas vendas, nas compras, nos prazos, nos projetos, nas parcerias e tudo mais.

O quanto você está disposto a desaprender?

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copo com água derramada
Photo by Dawid Zawiła on Unsplash

O quanto você está disposto a desaprender?

No processo de aprendizagem normalmente focamos no que queremos adicionar ao nosso repertório, mas não podemos esquecer que aprender também é esquecer.

Para você aprender a fazer uma atividade do jeito certo, precisa desaprender a fazer do jeito errado.

Nada adianta você aprender na teoria e na prática não conseguir aplicar.

Se você quer ser um bom palestrante, tão importante quanto desenvolver técnicas de oratória, de narrativa e de presença de palco é desaprender alguns vícios de linguagem e a sua má postura, por exemplo.

Por isso que muitas vezes para aprender a fazer do jeito certo é preciso primeiro reconhecer o erro e depois esquecer como fazer do jeito que você sempre fez.

Isso se chama experiência.

Saber como não fazer é tão importante quanto saber como fazer.

É o ponto de partida para o desenvolvimento.